Fila no posto de saúde, meses de espera por uma consulta com especialista, falta de remédio na farmácia pública, hospital com ala fechada por falta de profissional. Quem depende do SUS sente o desmonte na pele, e sabe que cada serviço privatizado vira mais uma porta que só abre para quem pode pagar.
Em três anos de mandato, destinei mais de R$ 6 milhões em emendas para a saúde de Campinas, com equipamentos e serviços para quem usa o SUS. Em 2026, apresentei na Câmara o pedido de abertura da CPI da Saúde e levei ao Ministério Público, junto com representantes de médicos residentes, os problemas do programa Mais Médicos Campineiro. Além disso, estive na linha de frente contra a privatização do HC da Unicamp, que atende pacientes de toda a região e de muitas cidades do interior.
A saúde é uma das maiores fatias do orçamento estadual. É na ALESP que se decide quanto dinheiro vai para os hospitais estaduais, para os ambulatórios de especialidade e para os serviços regionais.
Na ALESP, vou fiscalizar de perto a Secretaria Estadual da Saúde e cobrar transparência nos contratos com organizações sociais. Vou destinar emendas para hospitais estaduais e regionais e barrar qualquer tentativa de entregar o HC da Unicamp à iniciativa privada. Saúde é direito. Não é mercadoria.