Minha militância começou no movimento estudantil da Unicamp. Sei o que a universidade pública muda na vida de uma família e sei o quanto ela precisa ser defendida. Também sei o que acontece em uma escola quando falta professor: sobra censura, e o aluno que é diferente vira alvo.
Na Câmara de Campinas, propus o programa Escola Sem Discriminação, para enfrentar a violência e o preconceito contra estudantes LGBTQIA+. Propus o projeto Escola Sem Censura, em defesa da liberdade de ensinar, e a inclusão da Lei Maria da Penha no currículo da rede municipal. Estive nas mobilizações para convocar os professores aprovados em concurso que a prefeitura deixava esperando enquanto as salas ficavam sem aula.
As escolas estaduais, as universidades paulistas e a carreira de milhares de professores são decididas na ALESP. É lá que se define o orçamento da USP, da Unicamp e da Unesp, e é lá que se fiscaliza a Secretaria da Educação.
Na ALESP, vou defender a autonomia dos professores e o fim da plataformização financiamento das universidades estaduais, cobrar valorização salarial e concursos para quem trabalha na rede estadual e fiscalizar de perto as decisões da Secretaria da Educação. Escola pública precisa de professor valorizado, não de professor vigiado.